A game to kill for

Quando eu li a primeira história de Sin City, aquela torrente de pedreiragem da boa, maquiada com uma pequena dose de noir, me deixou inebriado. Não era preciso qualquer gênio para ver o potencial para filmes, jogos e qualquer outra obra, mas ainda ficava lá no canto o fato de Sin City ser underground, cult, escondido, produto de minorias. Era violência demais, a sociedade não estava preparada e eu já estava ok ôquei com isso.
Frank Miller então recebeu propostas do além, pensou, aceitou e o primeiro filme foi feito, para surpresa geral. As porteiras foram escancaradas para a boiada de outras adaptações, além de outros tipos de cidades do pecado. Já foi anunciada série para TV e mais um filme. Já não era sem tempo que anunciassem um jogo para a série também.
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A Red Mile Entertainment adquiriu os direitos para a produção baseada na série, que tem todo o potencial, em termos de enredo, atmosfera, universo, ambiente, mundo, cenário, personagens, roupas, jargões e expressões para ser um sucesso. Se você pensou em algo como um Grand Theft Auto: Sin City, você pensou o mesmo que eu. Tomara que a Red Mile pense nisso também.
Esse estilo seria capaz de impressionar tanto leigos quanto fãs de um jeito muito mais potente e é só pensar nos incontáveis locais visitados nas várias graphic novels. O bar em que Nancy dá seus shows como cowgirl, o apartamento de Nancy, a Fazenda, a mansão dos Roark, o apartamento de Sheryl, os Pits, Oldtown, as docas. Recriações desses locais a la Vice City ou San Andreas? Mim querer. Mucho. Badly. Beacoup.
Enfim, Frank Miller aposta na empreitada, dizendo que a empresa a Red Mile Entertainment deverá ser capaz de transportar o clima original da graphic novel ao jogo. A empresa terá de mostrar que é capaz de mudar da água para o vinho, pelo menos em termos de sacanagem, já que seu outro título, Lucinda Green’s Equestrian Challenge, não deve servir de referência nenhuma para o jogo Sin City. Você pode no máximo dizer que a mulherada de Oldtown passa a noite toda cavalgando. E só.
24 Maio 2007 at 14:19
Realmente tem potencial transbordando até o coro capilar … mas eu tenho medo q um jogo de 30 horas com a maioria do tempo em pb possa no minimo dar dor de cabeça =x